Livre​ (Moinhos, 2018)

A publicação é uma das ações da Livre: Festival Internacional de Literatura e Direitos Humanos, evento que reuniu grandes escritores da contemporaneidade em Brasília, ao longo do mês de agosto de 2018. Na coletânea, organizada pela escritora Beatriz Leal a partir de curadoria de Paulliny Tort, o leitor encontrará diferentes leituras sobre o tema “liberdade”. Os escritores Conceição Evaristo, Julián Fuks, Natalia Borges Polesso, José Luís Peixoto, Sheyla Smanioto, Cristiane Sobral, Beatriz Leal Craveiro, Lisa Alves e Paulliny Tort integram a coletânea, que pode ser adquirida mediante doação à Anistia Internacional. Baixe o PDF gratuitamente aqui
 
Ou adquira o livro impresso mediante doação à Anistia Internacional.

Novena para pecar em paz (Penalux, 2017)

“Nesta coletânea, Cinthia Kriemler (org.), Beatriz Leal Craveiro, Lisa Alves, Lívia Milanez, Maria Amélia Elói, Mariana Carpanezzi, Patrícia Colmenero, Paulliny Gualberto Tort e Rosângela Vieira Rocha fixam as mulheres no centro da narrativa e, a partir delas, imaginam universos possíveis. Os corpos que essas mulheres habitam têm um papel central no desenrolar de suas histórias, pois é a completude e a complexidade do ser feminino que dá o tom. Ser como verbo e não como substantivo, ser em ação. Então, nos deparamos com o diverso, o múltiplo, matizes de personagens com ou sem nomes, cem jeitos de observar, olhos atentos tanto às formigas sensoriais quanto às questões metafísicas que nos invadem a todas. Escrevem e inscrevem-se as autoras, no centro do Brasil, no cerne da existência, na medula do que hoje se deve compreender com urgência e de maneira profunda: ser mulher.” - trecho da apresentação de Natalia Borges Polesso

Loja virtual da editora Penalux

Allegro ma non troppo (Oito e Meio, 2016) - Semifinalista Prêmio Oceanos de Literatura 2017

Daniel é um violinista solitário que recebe da mãe uma incumbência: descobrir o paradeiro de seu irmão mais velho, João, desaparecido há dois anos. Para encontrá-lo, Daniel terá de estrangular as próprias angústias e adentrar um mundo estranho, habitado por aventureiros, gurus e belas mulheres. Ambientado em Brasília e na Chapada dos Veadeiros (GO), o romance se desenvolve em dois diferentes e importantes momentos da vida do protagonista, acompanhando sua luta para se estabelecer como profissional e também como homem. Narrada em primeira pessoa, essa saga particular se desdobra em vícios e memórias que ora paralisam, ora impulsionam a personagem. Enquanto procura pelo irmão, Daniel pensa na infância, na mãe e no pai já falecido. Mas nada o perturba tanto quanto as lembranças de Marina, a ex-namorada com quem não se permitiu envolver emocionalmente. “É uma história que coloca em xeque as máscaras que todos usamos e evidencia a fragilidade das relações humanas”, afirma a autora.

 

(esgotado)

Erva Brava​ (Fósforo, 2021)














As doze histórias que compõem Erva brava orbitam ao redor de Buriti Pequeno, cidade fictícia incrustada no coração de Goiás. Paisagem rara em nosso repertório literário, o Centro-Oeste brasileiro é palco de embates silenciosos, porém aguerridos, retratados neste livro com sutileza e maestria. Regida pelo compasso da literatura — que se ocupa de levantar perguntas, mais do que oferecer respostas —, a escritora brasiliense Paulliny Tort evidencia o nervo exposto de um país que desafia todas as interpretações. Estão ali as relações patriarcais como a de Chico e Rita, em “O cabelo das almas”; a monocultura da soja que devasta o cerrado; o clientelismo rural que separa mãe e filha em “Matadouro” e a religiosidade sincrética de Dita, protagonista do conto “O mal no fundo do mar”. O rico encontro entre as culturas indígena e afro-brasileira também está em todas as histórias, as festas populares, como o cortejo de Reis que Neverson acompanha de sua moto em “Titan 125”. E, num conto final que coroa o livro como poucas coletâneas conseguem fazer, está também a revolta implacável da natureza diante da ação predatória do homem em “Rios voadores”. A precisão e a cadência do texto nos convidam a ler em voz alta a prosa cristalina e imagética de Paulliny Tort. Por trás de uma escrita despretensiosa como os personagens de seus contos, ela revela a ironia necessária para dar conta, sem caricaturas ou preconceitos, de um país cruel e encantador.

“Erva brava é uma pequena joia literária de rara desenvoltura e alcance. De suas narrativas emerge a voz sempre segura de sua autora, Paulliny Tort; uma voz dócil, mas ao mesmo tempo inclemente para com os destinos de suas personagens.”
Itamar Vieira Junior

 
Vá para pré-venda no site da editora Fósforo (lançamento: 08/10/2021)
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